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Rejuvenescimento facial: Ludmila Kobayashi tira dúvidas sobre o lifting

31 de julho de 2017

face

O envelhecimento é, certamente, um dos principais vilões para quem busca uma pele perfeita, livre de rugas e marcas de expressão. Afinal, o tempo é capaz de fazer com que a flacidez chegue e, com ela, a mudança radical da aparência. Mas, felizmente, a ciência já foi capaz de pensar em alternativas para diminuir esses efeitos indesejados, ajudando a manter uma pele mais bonita em qualquer idade.

Quem busca por um desses tratamentos, antes de ir para a mesa de cirurgia, acaba procurando informações para escolher qual é o melhor procedimento que poderá trazer o resultado esperado. E, para falar sobre esse assunto, a  cirurgiã plástica Ludmila Kobayashi explica como é o lifting , um dos recursos mais utilizados por quem quer de volta aquela aparência jovem e saudável da cútis.

“Isso é muito individual. Há pessoas que envelhecem mais rápido, então depende muito se ela já fumou, da reposição hormonal, do grau de exposição solar e, principalmente, da genética. Algumas têm uma tendência maior ao envelhecimento do que outras”, esclareceu a cirurgiã plástica.

Segundo a cirurgiã, com o passar dos anos, vai havendo uma flacidez dos tecidos. Isso acontece porque a gravidade e o tempo, associados à redução da atividade do colágeno, podem causar aquele aspecto de “sobra” de pele.

“A gente tem uma gordurinha, a maçã do rosto, que vai caindo com a flacidez. Por isso, vai aparecendo o bigode chinês ou aquela gordurinha em volta dos lábios”, conta Ludmila.

A função do lifting é recolocar esses e outros tecidos do rosto, e até do pescoço, no lugar. As técnicas cirúrgicas disponíveis para esse procedimento são inúmeras e vai de cada profissional e paciente escolherem a mais adequada para cada caso. A cirurgiã ressalta que, em geral, não há como fugir dos cortes, mas isso depende do método usado e do grau de flacidez de cada um.

Texto: Ludmila Kobayashi

Fonte: Saúde iG

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